sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Vereador Eliseu Bayer concede entrevista ao Jornal Tribuna Livre sobre o Orçamento Municipal

O Presidente da Câmara, Eliseu Bayer recebeu em seu gabinete na Câmara Municipal o jornalista Jamil do Jornal Tribuna Livre e concedeu várias informações sobre a redução de gastos do Poder Legislativo que beneficia diretamente a população de Presidente Venceslau, pois a Prefeitura não terá a necessidade de reduzir em grande percentual os gastos em outras áreas, ou seja, na saúde, educação, obras e serviços e saneamento básico.


Veja abaixo parte da Matéria:

Ontem, (13/10/2015) a Câmara Municipal de Presidente Venceslau recebeu a peça orçamentária para 2016. Diante das dificuldades econômicas que o país atravessa, o montante previsto para o próximo ano teve redução de 0,22% em relação a 2015.

A maior contenção de gastos é do Poder Legislativo (Câmara). Em 2016, a Câmara Municipal terá uma redução de 8,99%, contabilizando uma economia de quase R$ 200 mil.

Na verdade, se for considerada a inflação de gastos no Legislativo atingirá pouco mais de 16%.

Em 2015, a previsão orçamentária para a Câmara estipula gastos de R$ 2,136 milhões. Para 2016 a previsão foi reduzida para 1,944 milhões.

O Presidente da Câmara, Eliseu Bayer Nogueira (PSDB) disse ao Tribuna Livre que, a seu pedido, o setor de contabilidade enxugou várias despesas, principalmente de investimentos e consumos de materiais.

"Temos que seguir o que determina a constituição em relação ao repasse do duodécimo, no entanto fizemos um grande esforço para a redução de gastos, cortando várias despesas sem prejuízo do trabalho legislativo", disse Bayer.

Na administração direta, que incluem Prefeitura e Câmara, a soma para os gastos em 2016 contabilizam R$ 86,709 milhões. Este ano, o orçamento nos dois entes públicos soma R$ 87,504 milhões. Na comparação com 2015, a redução é de 0,91%, sendo que a Câmara foi determinante para o alcance deste índice.

Sobre isso, Bayer destacou o papel do legislativo para uma redução maior no orçamento em termos de percentuais. "Sem considerar a inflação do período, reduzimos nossos gastos em quase 9%, cortando despesas e ajustando nossas contas para o próximo ano". disse ele.